Resíduos de Equipamentos Eléctricos e
Electrónicos! E agora?
A produção de equipamento eléctrico e electrónico é um dos domínios da indústria transformadora com um crescimento mais rápido. As novas aplicações de EEE estão a aumentar significativamente. Neste momento, são raros os sectores da vida em que tais equipamentos não são utilizados. Esta evolução leva a um importante aumento dos resíduos de EEE (REEE).

Assim, a produção de REEE tem as mais variadas origens, tais como os electrodomésticos, lâmpadas, cabos de isolamento, televisores, computadores, impressoras, faxes e fotocopiadoras, aparelhos de comunicação, entre outros que surgem nos resíduos urbanos, industriais e mesmo hospitalares.
Em Abril, o Centro Ciência Viva de Sintra, em conjunto com a ERP Portugal (Associação Gestora de Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos), apresentará aos visitantes diversos exemplos de REEE.
Preparados para serem desmontados e separados, permitirão a todos conhecer os componentes de cada um, tendo em conta a natureza dos materiais em questão.
Os REEE contêm uma ampla gama de poluentes pois incluem um grande número de metais pesados, tais como chumbo, cádmio, por exemplo nos plásticos estabilizados por metais pesados, ou dispositivos contendo PCB’s, usados como retardadores de chama em revestimentos e placas de circuito.
No entanto os constituintes existentes em maior quantidade são os plásticos (vários tipos), metais (alumínio, cobre, metais preciosos, etc.), vidro e borrachas.
Grandes electrodomésticos, aparelhos de arrefecimento, tv's e monitores, lâmpadas e outros, nada escapará!
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